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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

:: Grêmio tenta outro milagre::



CHEGOU O PIANISTA,FALTA MAIS UM PARA CARREGAR
Não existe nos títulos acima nenhuma intenção em menosprezar a contratação do meia ROGER, pelo Grêmio,porque trata-se de um jogador que já foi bom,ótimo,aliás.


No entanto, as últimas atuações do craque não convenceram e ainda teve o azar de lesionar-se no Flamengo e envolver-se mais na vida fhasion uqe no futebol.



Até nem sei se envolver-se com Adriane Galisteu é azar, mas para dar conta daquele furor de loira certamente não é o mesmo que dar piques de 50 metros na margem do campo


Roger é craque,ponto final.


Roger demonstra vontade de responder no Grêmio e ser considerado outra vez um grande jogador,ponto para o Grêmio.



Agora vamos aguardar, mas os suspiros que ouço ao longe, vem das gremistas que demonstram maior preocupação com a beleza do jogador que seus passes e chutes a gol.



Roger, caso o Grêmio contratem o Souza do São Paulo, terá com este e Eduardo Costa, dois trabalhadores qualificados para carregar o seu piano e então o meia poderá ser o virtuose do time.

Afinal, convenhamos que foi uma baita contratação, no efeito imediato e se motivado para treinar, entrar em forma e jogar "ás ganhas", se tornará no condutor da qualidade gremista.

E a defesa hein?


Falam em zagueiro argentino.



Esta noticia, antes daria um frison de emoção, agora dá de preocupação.Pois, os argentinos vindos recentemente para a dupla não a crescentaram nada: Herbella no Inter( quem lembra?) Maidana( sósia do Banderas) e Schiavi ,fracassaram.


Valeu a pressão!

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

:: Façam o Jogo senhores::

_ João, a vida é um jogo.

No País que é um cassino oficial da jogatina federal, com tantas loterias para o povo exercer a sensação de ganhar dinheiro fácil, a corrupção é um jogo.
A expectativa de ganhar uma bolada, uma grana extra, tem levado as pessoas que lidam com dinheiro público, a JOGAR.
Se der certo todos os envolvidos vão locupletar-se.
Se der errado todos alegarão inocência e vão de novo apostar.Desta vez , na impunidade, nos prazos de julgamento que alongam-se.
Todos jogam.
O empresário que sonega é um jogador.
O prestador de serviço que não dá nota, nem recibo, nem obedece a Lei do Consumidor..
O estudante que vai a escola e não estuda e o professor que finge dar aula e não dá.
Por todos os lados, por onde olharmos, vamos ver esse JOGO DO FAZ DE CONTA
E os que não jogam sentem vergonha de ser honestos. Os “ jogadores “ chamam estes de BOBOS.
Babaca é o funcionário público que cumpre tudo direitinho, o policial ou fiscal que não pega propina, o professor que prepara a aula e preocupa-se com a turma, o médico que conclui as horas de atendimento para as quais foi contratado.
Enfim, o País está cheio destes babacas e eles são o que chamamos de RESERVA MORAL DA NAÇÃO.
De que lado está o leitor?


( visitem as demais secções do blog )

:: Perfil dos técnicos gremistas ::







OLHOS, ACENOS E PROJEÇÕES

O doutor Alberto Ucha é um estudioso, um cientista atento ao que de mais moderno e mais antigo existe no Universalismo e no movimento das energias perenes do Universo.

Alberto é terapeuta vibracional dono de uma inteligência invulgar e dentre suas especialidades está a Iridologia que é o estudo da iris e sua relação com todo o organismo.

Fazendo a análise vibracional do Felipão, do Mano e do Mancini, o doutor Alberto Ucha concluiu desta forma...:

Mas, João, quando recebi a notícia de que o Mano iria sair do Grêmio, fiquei recapitulando a tipologia iridológica dos treinadores que tiverem conquistas nacionais. Nunca vi de perto a Íris desses treinadores. Com exceção do Espinosa, que eu não sei se era verde ou azul - mas não deixa de ser linfático - os outros como o Felipão e o Mano, sáo rigorosamente linfáticos. Linfáticos sáo os olhos azuis, com pigmentação branca.
São pessoas rígidas, muito exigentes, rotineiros, seguem um padrão intocável. Grande dificuldade com críticas, mas são ficcionados com metas.
Agora vem o Wagner Mancini. Pelo que observei não é linfático, tem um biotipo longelíneo, são os andarilhos, os nômades.
E será que um viajante como diz no I ching, Hexagrama 56, é perfil para o Grêmio. A história não diz isso. Pro Wagner dar certo no Grêmio vai ter que achar um assessor linfático.

Até mais, João!

Tá dito doutor, quem entendeu, entendeu, quem não sabe o que é que vá estudar.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

:: Um Poder de joelhos ::



A pressão sobre a Assembléia Legislativa gaúcha estáo provocando a flexão dos joelhos deste Poder.

O Caso Macalão tonteou o parlamento gaúcho e seguiu-se série de denúncias a respeito de práticas ,que jogaram sobre a casa legislativa desconfiança da população perturbando os trabalhos legislativos.

Hoje,parlamentares citados por Macalão no caso da venda de selos de forma irregular e ilegal, estão sendo submetidos a oitivas na Policia Federal e já existe quem ache que estes deputados deveriam ser ouvidos no ambiente da Assembléia e não na delegacia federal que cuida do inquérito.

A isto se chamaria "ficar de joelhos".

O dia a dia da Assembléia revela um poder atuante sempre de ouvidos atentos aos reclamos da sociedade, mas infelizmente, por estas situações criadas e denunciadas, passa imagem distorcida da realidade.

Na Casa do Povo, como é chamada a nossa Assembléia, trabalha-se muito e as 24 horas de um deputado atuante são intensas em atividades que requerem atenção á população. Pelos corredores do Poder Legislativo circulam pessoas das mais variadas profissões e instituições, sempre na busca de ter atendidos seus anseios,reinvindicações e apelos. Isto se passa nos gabinetes, nas salas das comissões, nos corredores,no plenário. Ora vemos a mãe cujo filho foi levado pelo pai para o Exterior, contrariando decisão judicial e que ela quer a ação dos deputados para ter seu filho de volta.Aqui os índios Charrua pedem o reconhecimento da sua etnia, ali portuários querem justiça trabalhista. Por vezes trabalhadores invadem seus corredores,salas,gabinetes, fazem das suas dependências alojamento e todos são ouvidos, atendidos, não saem de lá sem esperança.

Mas, esta ação do Poder Legislativo não dá manchete - é obrigação dos deputados atender o povo- não vende jornal.

O que está errado é colocar todos no que a mídia chama de "saco de gatos", com a clara intenção da expressão gato ser sinonimo de ladrão,safado,gatuno,senvergonha.

Assim, de joelhos, a Assembléia Legislativa assiste os ratos abandonarem o porão, as vestais tentando safar-se como se fosse possível alguém ficar sem respingos da lama jogada.

O parlamento não sabe defender-se.

Atende a todos e quando a instituição precisa destes, omitem-se.

Examinemos este comportamento e entenderemos porque quando governantes pretendem fechar o parlamento no Brasil encontram eco.

Abomino a generalização, mas ela existe.

Questiono-me sobre os resultados desta ação sem critérios.Desmoralizar a Assembléia Legislativa a quem interessa?

:: Tres faces do mesmo tema::



NO CINEMA O BRASIL MOSTRA A SUA CARA

Meu nome não é Johnny completa a trilogia do melhor cinema nacional desde 2000,com Cidade de Deus e Tropa de Elite.

Johnny
Companhias erradas, facilidade de envolvimento e uma fraca estrutura familiar contribuíram para que João Guilherme Estrella (Selton Mello) tomasse o rumo que tomou.
Fã de festas regadas a álcool, cigarro e drogas, o palco das noitadas era sua casa de classe média no Rio de Janeiro. Com o tempo, além de consumir entorpecentes, o jovem simpático e bem relacionado começou a abastecer seus amigos com quantidades cada vez maiores das substâncias.
O filme é ótimo e vale mesmo assistir.Está nos circuítos de Porto Alegre.
Cidade de Deus
É impossível assistir Cidade de Deus sem se espantar com nível de realismo do filme, com as interpretações perfeitas e com o rigor técnico que marca a safra 2000 da produção cinematográfica brasileira. Hoje na TV fui fisgado por ele de novo, mesmo tendo assistido o filme nas salas de cinema duas vezes em 2002 e depois ainda mais algumas em DVD.
Tropa de Elite
O filme brasileiro Tropa de Elite teve muita badalação, como há muito tempo não se via filmes assim. O interessante é que parte da equipe foi seqüestrada, bandidos roubaram armas cenográficas durante as filmagens e uma cópia não-finalizada caiu na mão da pirataria "Tropa de elite" .
O filme retrata o dia-a-dia do grupo de policiais e do Capitão Nascimento (Wagner Moura), membros do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais).
Em 1997, Nascimento quer sair da corporação e tenta encontrar um substituto para seu posto. Paralelamente, dois amigos de infância que se tornaram policiais se destacam em seus postos; para acabar com a corrupção na polícia, eles têm o objetivo de entrar no Bope."
Estes filmes deveriam cumprir função educativa e de debate nos meios universitário e do ensino medio.
Certamente, muita gente irá se ver neles, especialmente neste último,Meu nome não é Johnny.