.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Oi,
Diante das novas alíquotas do ITCMD – Imposto sobre transmissão causa mortis e doação no Rio Grande do Sul, e do PL em tramitação no Congresso Nacional, é preciso encarar o planejamento sucessório. A medida é a melhor alternativa para quem quer economizar e evitar desgastes.
Segue sugestão de pauta sobre o tema.

Os especialistas estão disponíveis para entrevistas.

Abs, Karina Abrahão
51 8144-0340/3346-4642.
 
PLANEJAMENTO SUCESSÓRIO EVITA PROBLEMAS NA DIVISÃO DE PATRIMÔNIO PARA OS BENEFICIADOS E PODE REPRESENTAR ECONOMIA SIGNIFICATIVA
 
Medida evita desgastes familiares com inventário e leva em conta as disposições da lei estadual nº 14.741/2015.

    Desde o início do ano já estão valendo as novas alíquotas do ITCMD – Imposto sobre transmissão causa mortis e doação no Rio Grande do Sul. Os advogados do Martinez Advocacia e Baguinski & Vieira Advogados Associados, especializados em direito imobiliário, societário, tributário e civil lembram que, com as alterações na Lei nº 14.741/2015, as alíquotas devem ser aplicadas de forma progressiva, conforme o patrimônio em discussão, entre 3 e 4% para doação e 0 e 6% para transmissão causa mortis.
   Sérgio Eduardo Martinez e Simone Baguinski ressaltam que, diante das mudanças legislativas o planejamento sucessório é a melhor alternativa para quem planeja definir o destino da sua herança. "Pode representar uma economia significativa, tanto fiscal, quanto de custos operacionais e ainda evitar desgastes com o inventário", dizem os especialistas.
   O planejamento sucessório realizado ainda em vida, onde o possuidor do patrimônio decide a forma da distribuição a partir do seu falecimento, ou por doação, é vantajosa a partir do momento que ela é esboçada com antecedência. "Avaliada de maneira estratégica, por meio de ferramentas que respeitem todos os preceitos legais, o planejamento sucessório traz não só benefícios financeiros e tributários, como também auxilia o detentor do patrimônio eliminando o inventário, que a partir do seu falecimento tende a ser um procedimento caro, desgastante e altamente moroso", afirma a advogada Simone Baguinski.
   "O detentor precisa avaliar como a Lei nº 14.741/2015 pode impactar seu patrimônio na transmissão aos beneficiados. O planejamento sucessório é questão que deve ser objeto de ampla reflexão considerando as peculiaridades pessoais e patrimoniais dos indivíduos envolvidos", aconselha Sérgio Eduardo Martinez.
   A Lei nº 14.741, foi editada e publicada no Diário Oficial do Estado no ano passado (29/05), diante de um cenário econômico em crise no Rio Grande do Sul.
   Outro ponto importante a ser trazido são as alterações legislativas anunciadas pelo Ministério da Fazenda no início de maio, relacionadas ao Imposto de Renda. Foi encaminhado ao Congresso Nacional projeto de Lei que prevê a incidência de Imposto de Renda nos casos de adiantamento de legítima e herança. Neste cenário de alterações de carga tributária, é imprescindível avaliar a viabilidade do planejamento sucessório com mais antecedência.
 
 

sexta-feira, 13 de maio de 2016

:: VOLTEI PORQUE AQUI É MEU LUGAR ::

VOLTO também porque nunca fui!
Escrever no blogue foi minha primeira experiência na Interne,depois veio o tuiter(@joaoradio) e a pagina do Facebook(joaoantoniolopesgarcia/) e volto ao blogue(assim mesmo aportuguezado) para me manter vivo.
Desculpem a demora,mas " vale a pena,se a alma não é pequena" (disse:    TAINÁGUA nos contos de J.SIMÕES LOPES NETO).
VAMOS LÁ!
E O FAQUEIRO HEIN?
Lula (levou) um fsqueiro de ouro da Presidencia da República,presente da Rainha da Inglaterra(1968),ao presidente GEN COSTA E SILVA.
Como sabem,os presentes ficam no Museu do Planalto,
MARISA LETICIA,Primeira Dama,mandou depositar num cofre seu essa jóia da República.
Se devolveu,não se sabe.Mas,é um hábito de pobre mal educado,ou rico ladrão.LULA/MARISA sao as duas coisas.Pobres por berço.Ricos por condições/hoje!




sábado, 6 de fevereiro de 2016

SAUDADES DO DALE!


(Esta crônica é do meu netoLUCAS GARCIA,tem 13 anos, é colorado.
Quando Dale se foi!

Tinha cinco anos quando Dalesandro chegou ao INTER.

Como eu todo menino colorado admirava o cara.Minha avó,Nelia,cabeleireira cortava meu cabelo igual,a meu pedido.

Um ídolo que dava sangue em campo!Passaram-se oito anos,hoje tenho quase 13 anos e Dale se vai.

Sei que o time não será igual,nem os grenais e não vamos começar o Gauchão ganhando.

Sua especialidade era bater no GRÊMIO.

Estou muito triste com a saída dele.Fiquei como lembrança um calção que ele usou e vi seu último jogo no BEIRA RIO.

Ainda me pergunto como foram rápidos os dirigentes e espero que no fim do empréstimo ele volte.

Meu avô,João Garcia acha que não!

Mas,no meu coração colorado sempre haverá lugar para quem me ensinou a gostar mais do INTER.

Vai Dale e leve nosso carinho.Muito obrigado!

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

::Gre Nal de Marcas::

O que faz as marcas de Grêmio e Inter valerem juntas mais de R$ 1,1 bilhões de reais e estarem no topo das empresas do RS?

História, dados financeiros e a paixão do gaúcho pelo futebol são pontos que colocaram Grêmio e Inter no 5º e 6º lugar, respectivamente, no ranking, anunciado pela BDO Brasil, das marcas que mais valem no futebol brasileiro. A análise é do presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares.

       A rivalidade entre Grêmio e Internacional vai além do campo de futebol. Quando o assunto é a "marca que mais vale" os dois times também disputam as primeiras colocações. A pesquisa da BDO Brasil, que analisou quanto custa a marca de 30 times brasileiros, não deixa dúvida: o Grêmio vale hoje R$ 590 milhões, estando em 5º lugar no ranking da pesquisa, já o Inter, R$ 580 milhões, sendo o 6º colocado. A BDO leva em consideração, para chegar ao valor da marca dos clubes, a quantidade de torcedores e consumidores, arrecadação de receitas e mercado.

     O valor dar marcas de Grêmio e Inter, de acordo com o presidente do Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Inovações, Valdomiro Soare, é devido a história dos clubes, o marketing esportivo – responsável por renovar a marca e ideias – e os dados financeiros e sociais. "A receita do clube mostra o quanto ele lucra por ano e esse valor é relacionado ao valor da marca. Outro ponto que influencia muito é a inserção da 'empresa' no local onde atua, as ações sociais promovidas e sua interação com a sociedade", explicou Soares.

      O perfil e hábito dos torcedores também são pontos imprescindíveis, de acordo com Soares, quando se fala no valor da marca de um time de futebol. "A paixão da torcida e seu envolvimento com o clube é algo que fortalece e muito uma marca. Torcedor tem a camisa e bandeira do clube e expõe isso nas ruas, o que consolida o nome do time", afirmou Soares.

       Valdomiro Soares ainda faz uma ressalva: a importância do registro. "As marcas de Grêmio e Inter poderiam estar sendo usadas por outras empresas, sem a autorização da dupla, se não tivessem sido registradas". A proteção da marca evita plágio e colabora para a consolidação e credibilidade da empresa.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

::Nada e novo no front::

Creio que do alto dos meus 45 anos de radio e tv, posso opinar sobre o momento destes veiculos no Esporte.
Desde(vou ficar com 1950)os Anos 50,nada de novo aconteceu na cobertura esportiva de radio\tv,que não fosse permitido pela tecnologia.Criatividade,inventividade,muito pouco.
Comecemos pela narração esportiva.Fazem os locutores mais do que seus bordões?Alguns,por chefes retrógrados-proibidos.
Os locutores e comentaristas de TV,mais das vezes repetem o que viram -e não o que voce viu-e querem convence-lo disso.
O comentarista-quando um ex-atleta corporativista e senão um imbecil repetitivo.
No radio,a pobreza é franciscana,os locutores repetem Oduvaldo Cozzi e Pedro Luiz(1950).Salvam-se os bordões nos gols.
Comentaristas,seguram microfones enquanto a equipe vai mijar.
Os repórteres,não tem pauta,perguntam o que querem e só querem o que é deles.Uma chacrinha!
A jornada esportiva de radio tá velha,cansativa e os locutores de TV tem 10 copas do mundo.Galvão Bueno ainda fala:vai que é tua!
Taffarel já largou,treina os goleiros da seleção.
Será que não existe uma transmissão de TV com som universal de torcidas,para dispensar o locutor??Se houver,vai arrebentar de audiência.
Sou velho,mas não sou bobo.
Ou mudam,ou morrem!