Sei que a expressão é Politicamente Incorreta, mas dane-se porque o sentido é figurado e mesmo a doença tem outro nome e ninguém teme o portador como criou-se lenda em torno dela:
a Lepra.
Lair Ferst é tal um leproso dos tempos biblicos, deve viver escondido nas cavernas e proibido de manter contato com outras pessoas porque pode contamina-las. Curioso é que para o Lair não existe cura, tem que ficar longe isolado e com ele não se deve falar, especialmente se for do Governo Yeda cujo objetivo da oposição é desestabilizar a qualquer modo. Lamento que o mesmo não seja feito com Zé Dirceu, Delúbio e outros "leprosos" do PT. Creio que para estes já criaram uma vacina ou creme milagroso, porque neles nada pega.
A hipocrisia, na Política é pior que a corrupção.
Ariosto Culau ´dizem , deveria ter reunido-se com o Lair num lugar protegido da mídia. Como ? Se João Luiz Vargas foi ao encontro do prof.Jose Fernandes e o fotografaram saindo de lá, tinha até fotografo esperando. Tá gozado isso e mais ainda quando um jornal e empresa midiática é avisada dos passos destes senhores. Quem está informando isso, " alguém de dentro ", que quer alimentar a CPI com fatos que possam pertubar o Governo Yeda na hora que está dando a virada. Tem gato nessa tuba.
Na mídia tudo vira espetáculo, fantástico, espetacular, incrível, porque o modelo é americano da cobertura, especialmente a televisiva.
Mudou o Jornalismo, o modelo Europeu não é suficientemente espetaculoso e não permite que qualquer reporter saído dos cueiros se transforme no Pai da Matéria.
Estava errado Culau em atender um conhecido e com ele tomar um chope ao ar livre e á vista de todos? Deveria esconder-se ? Assim, na espreita, repórter e fotógrafo teriam o furo de capa? Mas, como a mídia não perde a viagem ( parece zagueiro ruim) o encontro virou manchete, mas não deu para ser fantasioso, com ares de mistério. O que faziam juntos naquele resort ? Reunião depois que o Governo suspendeu contrato com a fundação ? Ai sim ia ter viagem. Ao ar livre, em local público não tem graça , mas dá para tirar uma casquinha do encontro do Leproso com a mais nova vítima contaminada.
Assanharam-se os petistas. É agora que a gente derruba "essa mulher". É assim que chamam a governadora. A casa ( da governadora ) não deu, mas essa do Culau é boa.
Armado o circo, não vieram trapezistas, domadores, mágicos e equilibristas, mas tem mais de mil palhaços no picadeiro... vai,vai,começar a brincadeira... mais de mil palhaços no salão ,Arlequim está chorando ....
sexta-feira, 25 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
::Desrespeito com a memória da cidade::

Há mais de cinqüenta anos começamos a substituir o casario português pelos inúmeros edifícios que hoje enfeiam o centro de Porto Alegre que parece estar definitivamente condenado.
Não há esforço que viabilize o seu trânsito, que possa recuperar o que poderia ter sido do ponto de vista urbanístico, do convívio com o Guaíba e também turístico.
Possivelmente nem as autoridades tenham se preocupado com este tema e, se o fizeram, fico imaginando que naquela época poderiam achar que os prédios ali construídos não tinham nenhuma perspectiva histórica afinal ali estavam a não mais do que 50 anos.
Ainda bem que São Luís e tantas outras cidades brasileiras, hoje com o selo de históricas, não tiveram o mesmo destino que lhes sonegaria grande parcela do que arrecadam com o turismo. E as nossas autoridades teimam em querer encontrar atrações turísticas numa cidade que cada vez mais extermina o que poderia ser histórico.
Porque estou dizendo isto?
Porque estou dizendo isto?
Agora chegou a vez da Caixa d’água da Praça Mafalda Veríssimo, no bairro Petrópolis. Construída há pouco mais de 60 e desativada há, no mínimo, 12 anos a caixa d’água entrou na mira das autoridades municipais. Poderiam com o mesmo recurso para colocá-la abaixo, não só preservar um monumento histórico como torná-lo um marco para a educação ambiental. Uma sugestão que circula, por exemplo, seria aproveitar o seu imenso reservatório para acumular água da chuva e irrigar os jardins da própria praça e da vizinhança.
Este episódio recorda-me outro com final lamentável.
Este episódio recorda-me outro com final lamentável.
Dirigia-me para o trabalho e fui surpreendido com a movimentação na praça da Encol. Para quem não sabe, o bairro Bela Vista há pouco mais de trinta anos era uma fazenda.
A casa que restou, encravada no que hoje é a praça, foi alvo de reintegração de posse por parte das autoridades municipais que decidiram também colocá-la abaixo justamente neste dia.
Aproximei-me e fui informado pelo gentil Procurador do município de todos os trâmites legais que haviam acompanhado a ação nos últimos sete anos. Tratava-se da casa em questão, que era de uma das famílias que capatazeavam a fazenda, antes mesmo da praça da Encol ser o espaço público que hoje conhecemos. Antecipou-me que a família havia recebido um apartamento condizente com a situação.
Aproximei-me e fui informado pelo gentil Procurador do município de todos os trâmites legais que haviam acompanhado a ação nos últimos sete anos. Tratava-se da casa em questão, que era de uma das famílias que capatazeavam a fazenda, antes mesmo da praça da Encol ser o espaço público que hoje conhecemos. Antecipou-me que a família havia recebido um apartamento condizente com a situação.
Manifestei então minha preocupação com a destinação histórica que o imóvel poderia receber se poupado fosse.
Histórica? Isso aí? Interpelou a jornalista do governo municipal e do contigente que se apossava do que fora privado antes de ser público.
Sim! Histórica! Só porque tinha apenas quarenta, cinquenta anos nada teria a contar? Preservando-a, em poucos anos a casa poderia contar muito do que naquele momento para a jornalista e para as autoridades municipais parecia pouco.
Histórica? Isso aí? Interpelou a jornalista do governo municipal e do contigente que se apossava do que fora privado antes de ser público.
Sim! Histórica! Só porque tinha apenas quarenta, cinquenta anos nada teria a contar? Preservando-a, em poucos anos a casa poderia contar muito do que naquele momento para a jornalista e para as autoridades municipais parecia pouco.
Não adiantou!
Um pouco da história foi dinamitado junto com a casa da Praça da Encol.
A bola da vez é agora a Caixa d’Água da Praça Mafalda Veríssimo.
A bola da vez é agora a Caixa d’Água da Praça Mafalda Veríssimo.
A sua preservação poderá ser um marco a incentivar a memória da cidade e, se bem aproveitada, também da consciência ambiental.
Por mais singela que pareça a caixa d’água poderá resguardar um pedaço do que foi o bairro Petrópolis, a caminho da devastação patrocinada por este Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e Ambiental (de Desenvolvimento? Ambiental?) à semelhança do que acontece no bairro Bela Vista e por extensão em toda a cidade!
No próximo dia 25 de abril às 17 horas TODOS à praça.
No próximo dia 25 de abril às 17 horas TODOS à praça.
Lá estaremos para dizer que podemos fazer mais pela cidade do que simplesmente apagar os vestígios de sua memória cultural.
Compareçam !
João Paulo Silveira Fagundes
Médico e Membro do Movimento Porto Alegre Vive
Médico e Membro do Movimento Porto Alegre Vive
::A Vaca Amarela e o circo da oposição::::

A CPI da Vaca Amarela, do Nada a Declarar, virou circo.
Os da oposição querem ir até o fundo na história da casa da Governadora. A decisão é de chegar onde possam provar que não foi dinheiro limpo que financiou a compra. Insistem nisso e tangenciam a história das fundações. Por que ?
O País vivem os escândalos das ONGs e das fundações universitárias, instituições criadas com respeitabilidade, mas nas mãos destes marginais de colarinho branco, transformaram-se em covis de bandidos que assaltam o dinheiro público, constroem fortunas e com a maior desfaçatez seguem com seus mandatos com suas vidas privadas no luxo e na riqueza.
E que ninguém diga que isto é recente. Certamente as quadrilhas mudaram de nome, mas o Sistema que os sustenta é o mesmo desde Cabral.
Essa CPI montada para tentar chegar no Palácio Piratini por oposicionistas oportunistas e baseada numa alegação vã, porque já dizem que o roubo do Detran vai a 1 bilhão de reais, então estão faltando os ladrões dos outros R$960 milhões e na contagem regressiva vão chegar onde não pretendem.
Comissão Parlamentar da hIpocrisia
O País vivem os escândalos das ONGs e das fundações universitárias, instituições criadas com respeitabilidade, mas nas mãos destes marginais de colarinho branco, transformaram-se em covis de bandidos que assaltam o dinheiro público, constroem fortunas e com a maior desfaçatez seguem com seus mandatos com suas vidas privadas no luxo e na riqueza.
E que ninguém diga que isto é recente. Certamente as quadrilhas mudaram de nome, mas o Sistema que os sustenta é o mesmo desde Cabral.
Essa CPI montada para tentar chegar no Palácio Piratini por oposicionistas oportunistas e baseada numa alegação vã, porque já dizem que o roubo do Detran vai a 1 bilhão de reais, então estão faltando os ladrões dos outros R$960 milhões e na contagem regressiva vão chegar onde não pretendem.
Comissão Parlamentar da hIpocrisia
::Nas ruas para sempre ::

O Jornal da Capital, editado pelo Julio Ribeiro, já fez capa com a história dos carroceiros em Porto Alegre. Foi o mesmo Julio que disse-me ser impossível acabar com as carroças porque eles, os carroceiros limpam a cidade do lixo reciclável numa proporção de 8 x 1 com o DMLU. Assim sendo, enquanto o DMLU recolhe uma tonelada, os carroceiros recolhem oito.
Então já sabem. Não tem solução já, porque se eles param a cidade vira uma montanha de papel, papelão, plástico ,vidros e latas, tem pneus velhos, pedaços de fogões, geladeiras, moveis em geral. Além é claro do problema social ( junte-se a eles os papeleiros com seus carrinhos catadores) enfim, vão para as ruas protestar, manifestações na Prefeitura, no Piratini, nas avenidas em passeata, bloqueio de ruas e a cidade virada num caos.
Para isso terão o apoio do MST, da CUT e da esquerda festiva do Brasil. Não tem solução já.
Mandei um recado para o Prévidi ( http://www.previdi.com.br/) que esta é uma situação igual a dos camelôs e ambulantes na rua, dos Sem Teto, dos excluídos sociais. Vieram para ficar. Se alguém tem que se mudar que sejamos nós, porque organizados , a cidade é deles.
Sabem quantos vivem nas ruas? Cinco mil . Quantos carroceiros e catadores? Mais cinco mil. Camelôs e ambulantes? Sei lá 3, 4 , cinco mil, também.
E duvido que algum candidato fale disso na campanha que está por começar
Mandei um recado para o Prévidi ( http://www.previdi.com.br/) que esta é uma situação igual a dos camelôs e ambulantes na rua, dos Sem Teto, dos excluídos sociais. Vieram para ficar. Se alguém tem que se mudar que sejamos nós, porque organizados , a cidade é deles.
Sabem quantos vivem nas ruas? Cinco mil . Quantos carroceiros e catadores? Mais cinco mil. Camelôs e ambulantes? Sei lá 3, 4 , cinco mil, também.
E duvido que algum candidato fale disso na campanha que está por começar
:: Ninguém está livre do Sistema ::

O Sistema está sendo montado
Em não sendo bacharel em Direito, tudo o que escrevo está baseado em sentimento.
Este caso da menina assassinada em São Paulo, creio, está atropelando alguns direitos dos acusados. Nenhuma novidade no Brasil dos grampos telefônicos, da quebra de sigilo bancário.
As CPIs invadem a privacidade das pessoas citadas ou acusadas antes pela Policia Federal e Ministério Público. Os depoimentos são cansativos e os depoentes tem que aturar o espetáculo circense de deputados.
Não estou defendendo nenhum safado, mas o que vale para eles, vale para nós que também poderemos ter nossa vida revirada, bastando para isso que alguém se ache no direito de nos citar. Aí, teremos os telefones grampeados, talvez sejamos seguidos até no supermercado, no cinema, enfim.
Não creio que estejam certos os policiais que revelam detalhes de laudos, de depoimentos, para a mídia, ou que pressionem acusados apelando para fotografias e cenas das vítimas.
A mídia garante o espetáculo, os 15 minutos de fama para policiais, advogados, promotores públicos, familiares, amigos, vizinhos e até padres , artistas parecem nessa hora, personagens de um espetáculo do cinema americano.
Cuidado! É Assim que começam as ditaduras.
Não estou defendendo nenhum safado, mas o que vale para eles, vale para nós que também poderemos ter nossa vida revirada, bastando para isso que alguém se ache no direito de nos citar. Aí, teremos os telefones grampeados, talvez sejamos seguidos até no supermercado, no cinema, enfim.
Não creio que estejam certos os policiais que revelam detalhes de laudos, de depoimentos, para a mídia, ou que pressionem acusados apelando para fotografias e cenas das vítimas.
A mídia garante o espetáculo, os 15 minutos de fama para policiais, advogados, promotores públicos, familiares, amigos, vizinhos e até padres , artistas parecem nessa hora, personagens de um espetáculo do cinema americano.
Cuidado! É Assim que começam as ditaduras.
O Sistema faz um líder populista , controlam os Meios de Comunicação, a Polícia, as Forças Armadas e se aboletam no Poder.
Cuidado, muito cuidado!
Cuidado, muito cuidado!
O Líder anunciou que vai dar aumento acima de 150% para o Exercito. Está conquistando os milicos porque para o Sistema é importante que as ForçasArmadas estejam satisfeitas, pois, com elas poderá fechar o Congresso Nacional. Este Poder, devidamente desmoralizado com o Mensalão ( e quem criou o Mensalão?), será presa fácil para que o Líder e o Sistema tenham também apoio popular. Podem até chamar-me de paranóico, mas já rodei um pouco e li o suficiente para entender o que está acontecendo e identificar o que vem por aí.
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