Destaques:
* Poder quase Supremo nas mãos do ministro Tarso Genro.
* Jornalista cata-latas segue esperando apoio.
* Propolis é vacina contra a Dengue.
* Oportunistas e covardes atacam Roth e Pelaipe.
* CPI do Detran virou Vaca Amarela.
* Caxienses sonham com Ca Ju.
SAUDADES DE STALIN
O episódio do dossiê montado na Casa Civil, pelos oposicionistas chamado de "nazismo" é um exagero porque está muito mais para ação da KGB e "stalinismo¨. A convocação da Policia Federal para esclarecer a origem do dossiê não vai mudar a versão.
A sociedade deve estar atenta ao poder dado ao ministro Tarso Genro, dono de todas as informações disponíveis nos arquivos do governo, na ABIN, na Policia Federal, na Policia Fazendária, enfim no Sistema de Informações do Governo. Se vai usar, não sabemos, mas pode, tá na mão.
A capacidade em gerar informações que vazam para a Imprensa - sempre ávida em escândalos - é a maior desde os militares no período da Redentora.
Agora sim, o tambor do Lilico ( humorista que foi preso) e seu bordão estariam atuais: " Sabias que estás sendo vigiado ? ".
FOGO DE PALHA
A situação do jornalista cata-latas só não ficou na mesma porque alguns colegas depositaram dinheiro para ajuda-lo e porque a Sociedade Emanuel está abraçando a causa dele.
Aquela reação inicial foi Fogo de Palha. Vai demorar um pouco mais, mas vamos conseguir ajuda-lo sim e tira-lo da situação que o levou ao lixo para catar latas e sobreviver.
ABELHA PICA O MOSQUITO
Produzida na colméia pelas abelhas a propolis é remédio, quase vacina contra a Dengue.Leia mais aqui no blog.
OPORTUNISMO E COVARDIA
Se antes não haviam alertado sobre os erros do Celso Roth e criticado Pelaipe pelas contratações, os críticos de hoje são oportunistas e covardes. A derrota para o Juventude não justificam que saiam das tocas onde estavam metidos antes e para onde voltarão caso o Grêmio vença o Atletico Goianense e se arrume na Copa do Brasil.
Aguardem, porque também aparecerão se o Inter se ferrar contra o Caxias.
A VACA AMARELA
Os deputados e depoentes da CPI do Detran estão praticando o jogo infantil da Vaca Amarela... vaca amarela cagou na panela.
Todos perguntam,ninguém responde e lá se vai madrugada adentro este brinquedo de gato e rato que desgasta e não tem levado a nenhum lugar. É uma sinuca de bico em que se meteram os deputados e que poderão ser salvos com a abertura das contas e da contabilidade das empresas que foram * sistemistas, do Detran.
* Sistemistas foram os que montaram um esquema de rapinar o orgão público.
CA JU NA DECISÃO
Justa razão para os caxienses que sonham em decidir com SER Caxias e Juventude o Gauchão de 2008. Ainda precisam eliminar os dois Inter, mas estão no caminho e convém lembrar que foi o JU quem quebrou a hegemonia da dupla Gre Nal no Gauchão e a SER Caxias veio logo depois. Merecem !
é mas tem o Internacional na parada.Ai entorta.
terça-feira, 8 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
:: O Catador de Sonhos::
( Geraldo Faleta entre os colegas ( turma 1991 da PUC)Artur e Fabio)Foi um rápido olhar e detive-me para ve-lo seguir o caminho, desconfiado que pudesse ser um ladrão.
Estes tempos nos fazem preconceituosos quanto ás pessoas mal vestidas. Confesso.
Voltou-se e chamou-me pelo nome. Apresentou-se como jornalista, mostrou-me a carteira sindical profissional com registro ali por volta do número quatro mil. Uma foto onde exibia cabelos encaracolados.
A aparência atual é muito diferente. Não tem aquele brilho no olhar, os cabelos estão raspados e as roupas são modestas.
Falamos sobre futebol, contou-me a história do tio do Ronaldinho,Miquiba, que segundo ele anda juntando papéis e dizia isso porque ele próprio juntava latinhas para sobreviver.
Falamos sobre futebol, contou-me a história do tio do Ronaldinho,Miquiba, que segundo ele anda juntando papéis e dizia isso porque ele próprio juntava latinhas para sobreviver.
Falamos de futebol,contou-me que trabalhou na Zero Hora e em jornais de bairro.Ficou desempregado, escreveu ao Sindicato,para a ARI e não recebeu resposta.
Perdeu a auto estima, caiu na rua e hoje não tem esperança em sair dessa vida miserável.
Imaginem , dia 24, e estava ali vivendo o meu conto de Natal, real, ao vivo.
Continuamos a conversa futebolística, comparou o futebol dos anos 80 com o praticado hoje.
Despediu-se, mas antes de ir-se convidei-o a me encontrar para tentar um trabalho para ele,algo mais digno de alguém que cursou uma faculdade e viveu dias de sonhos.
Disse-me que talvez nem saiba mais trabalhar na profissão, conhece pouco de informática, perdeu o ritmo. Talvez estivesse tentando dizer-me que a rua é o lugar dos Sem Esperança.
Não desisti e se tivermos uma nova conversa vou pedir a mais colegas que ajudemos o Geraldo- este é o seu nome.
Fui cuidadoso ao oferecer-lhe algum dinheiro, porque não pediu-me.Mas, afinal aceitou constrangido e confessou que não tinha nenhum e nem havia comido ainda naquele dia.
Não cheirava a alcool . Estava sóbrio.
Se foi. Fiquei ali pensativo, arrasado. Estava indo ao supermercado e um colega meu, jornalista, não tinha o que comer, cata latas para sobreviver.
Fiquei pensando nos meus planos aos quase 60 anos, nos meus empregos, neste blog, na minha família e no quanto a Vida foi boa comigo e que ás vezes queixo-me dela.
Foi uma porrada e ainda não me recuperei.
*** A recuperação veio depois do primeiro feriado,Natal.
Geraldo procurou-me e estou á procura de algo onde possa exercer o que saiba fazer,Jornalismo. Mostrou-me os trabalhos que fez no jornal Portal da Zona Sul. Prometemos nos reencontrar depois do segundo feriado,Ano Novo.
Temos conversado. Precisa aprender a trabalhar com informática, precisa de ajuda para comer. tenho passado-lhe alguma cesta básica periódica. está difícil, mas não é impossível parar com este sofrimento.
Então...
Mas... ainda haveria de sofrer mais.
Geraldo foi assaltado e espancado no dia do jogo Grêmio x Sapucaiense (19.03.08)
Estava catando latas, mas a Máfia da Latinha o agrediu. Não era o seu território de catação. Perdeu dinheiro e os documentos. Ficou desacordado na rua e ainda mais para baixo.
É o fim do poço para ele e acho que ainda não me dediquei o quanto deveria.
Recebi novo aviso.
Vai dar tudo certo.Porque Deus vai querer e vão ajudar-me.
Porto Alegre,26/03/08 ás 15h35
Se havia alguma dúvida a respeito deste colega o email que recebi de outro jornalista que formou-se com ele dissipou tudo.Vejam:
Desde o início desta semana, eu estava procurando um amigo de faculdade, com quem perdi contato há uns dez anos: o jornalista Geraldo Faleta. Cursamos toda a faculdade juntos, nos formamos juntos. Para tentar localizá-lo, mandei e-mails para várias redações de jornal, principalmente os jornais de bairro, nos quais, pelo que sei, o Geraldo por mais tempo trabalhou. Eu queria saber se alguém poderia me dar alguma pista a respeito do paradeiro dele. A editora do jornal CS Zona Sul, muito prestativa e gentil, lembrou-se do nome do Geraldo, mesmo não o conhecendo, pois havia lido um texto que escreveste sobre ele para um site. Ela copiou o texto, colou-o no e-mail de resposta e me enviou. Me abalei de tal forma com a situação dramática do Geraldo, que comecei a chorar.
Geraldo era um sujeito extremamente digno, de cultura geral elevada, amigão. Durante a faculdade, conheci de perto a sua história pessoal. Era filho único de pais bastante humildes - em todos os sentidos.
Portanto, prezado João, como posso fazer contato com ele? Como está a situação dele atualmente? Colocas uma data no teu texto, 24 de dezembro. É de 2007? Presumo que seja. Antes de me despedir, quero te agradecer pelo teu interesse e despreendimento em ajudá-lo. Todos os teus gestos até aqui têm sido muito nobres. Vou mobilizar nossos colegas para ajudá-lo. Grato pela atenção e aguardo retorno.
Artur Stortti Gayer, jornalista.
(*) já respondi ao Artur dando o endereço do Geraldo. e os colegas foram ao encontro dele.
Entraram no processo de ajuda:
*José Emanuel Gomes de Mattos
http://blog.emanuelmattos.com.br/
*Carmen Carlet- Ad Domum Comunicação
www.addomum.info
http://blog.emanuelmattos.com.br/
*Carmen Carlet- Ad Domum Comunicação
www.addomum.info
(*) A Carmem já conseguiu na Faculdade Monteiro Lobato o curso de Informática.
*José Nunes
(presidente do sindicato dos jornalistas RS)
*Machado Filho
*Julio Ribeiro
*Roberto Brenol Andrade, Jornal do Comércio.
*Gilberto Simões Pires
*Marco Poli
* Diego Casagrande
*Sandro Calderon *Antônio Goulart
*Paulo Sergio Pinto
*Egon Müller E-mail: egon@egonmuller.com Fone: (54) 8128 4880
* Rogerio Mendelski
* Magda Cunha
* Araudo Ulguin- Sociedade Emanuel
* Araudo Ulguin- Sociedade Emanuel
Dados bancarios para os depositos:
Olyntho Chagas Filho ( dono da conta , amigão do Geraldo)
Banrisul
Agencia 0847 - Edel Trade Center
conta 08.050637.0-7
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Historias do Futebol e da Vida
:: Gremistas querem empatar::
Antes que algum colega insista em "vampirizar e sugar" esta manifestação feita pelo conselheiro gremista, advogado Antonio Carlos Azambuja, ai vai na íntegra o pronunciamento doo mesmo em reunião do Conselho Deliberativo do Grêmio.
Posterior a esta fala do Azambuja, um colega escreveu tudo como fosse da sua autoria. Não era, não é. O que é mesmo é falta de caráter.
Fala Azambuja...
A experiência gremista, em termos de troca de Estádio, não pode ser qualificada exatamente como feliz. Cambiou a Baixada e sua área superficial – parte da mais nobre da cidade, Moinhos de Vento, o Parcão - pelo terreno da Vila Caiu do Céu,( grifo meu com ajuda do Salim Nigri- o Grêmio comprou outro terreno junto ao permutado para completar a área) , hoje bairro classe média Azenha. Este, embora evidentemente muito maior, resultou numa valia econômica ainda hoje no mínimo duvidosa em termos de atrativos de demanda imobiliária. Na época, nem se fala. Fê-lo, entregando-a sem voltas ou compensações. Nem mesmo cotejou a permuta com aquela praticada pelo Jockey Club, lindeiro lá, no acerto de saída do local que este fez com a Prefeitura, alcançando a estância urbana que possui no bairro Cristal (fragmento dela, menor, serve de leito ao maior shopping do sul do país, em construção).
O terreno do Olímpico foi pago, e muito bem pago. Sobre ele ergueu-se o estádio, construído a mil mãos, com sangue, suor e lágrimas de anônimos gremistas.
Como as Pirâmides. Sem expertises, up-grades, catering, Open Mall, Turney key Lump Sum, Performance Bond, Founderships e Naming Rights. Sem Fundo Garantidor. Sobretudo, sem benesses governamentais.
Está velho, gotejante. Obsoleto. Sujo e depreciado. O Grêmio precisa substituí-lo. E não só carece de recursos para isso, como necessita de concessões e investimentos públicos de difícil ou custoso alcance, seja para a sua reforma, seja para a alocação em outro espaço.
Enquanto isso, o co-irmão ganhou de presente a que serve de base (aterro) para o seu estádio, o qual houve com recursos do Município, Estado e União.
Vale dizer, dinheiro público. Meu, seu, nosso. Dinheiro vermelho, azul, verde, alvi-azul, auri-cerúleo, rubro-negro e por aí vai, para só ficar no futebol.
Não pagou sequer com a entrega da esplêndida área de seu antigo estádio, a dos Eucaliptos e suas acessões, situada em quarteirão inteiro da Rua Silveiro, bairro nobre Menino Deus, que explora até hoje e nela não investiu ou empreendeu sabe Deus por quê.
Deu-se ao luxo, tão grande a área recebida graciosamente, de, além dos incontáveis campos de treinamento, destinar espaços a sub-sociedades independentes, com sede própria à margem do rio (Parque Gigante) e múltiplos equipamentos de lazer, suficiente ao abrigo de todo o seu contexto de interesses sociais alternativos ao futebol, bem como o deleite de construir um centro de eventos de expressivos contornos físicos e magníficas instalações. Sem falar no Ginásio...
Agora, apresta-se a suplicar ao mesmo Poder Público mais concessões, sob a forma de deferimentos a alterações legais sobre o aproveitamento do solo que houveram com a magnanimidade e complacência do Estado. E nossa.
Mérito, contudo, mais uma vez, deles, que a tanto ousam.
Que fiquem com o Guaíba, mas nos deixem um pedaço.
O Grêmio pagou muito caro pela área do Olímpico, hoje se percebe. Entretanto, se se pode debitar tais desavisos ou distrações - quem sabe razões da época, meados do século passado - ao escasso descortínio empresarial de seus dirigentes de então, também é incontestável que, pelo patrocínio dos recursos necessários à aquisição desses bens – as áreas superficiais de ambas as agremiações – o Poder Público houve-se com parcialidade. Histórica, não dolosa, vá lá, mas nem por isso com menos parcialidade.
O Grêmio, por isso, é credor da comunidade porto-alegrense, gaúcha e brasileira. O tratamento teria que ser igualitário para todos. Ainda que confinado à nossa querência e admitida a nossa sucumbência comercial à presteza, ou esperteza, dos líderes do lado de lá.
Essa conta nunca foi apresentada ao nosso povo. Não cabe aqui culpar nossos velhos (e nem tão velhos assim) dirigentes pela ausência dessa cobrança nesse meio século de desequilíbrio. Contudo, inequívoco que tivemos, enquanto tricolores, governadores, prefeitos, deputados, vereadores às pencas (até presidentes, democráticos ou não, alguns até conselheiros de alto coturno, mas de pouco empenho), o suficiente para empolgar esse resgate nesse tempo todo. Nada foi feito, ou se foi, migalhas (Cristal) nos foram distribuídas.
E dizer que todas as conquistas patrimoniais deles, geraram-se da ação de um só e simples vereador, Ephraim Pinheiro Cabral.
Releve-se que, nessas plagas, o primeiro campeão do mundo fomos nós e essa conquista levou aos mais recônditos rincões da terra o nome Porto Alegrense, a despertar, no mínimo, curiosidade por esses confins do continente americano, ontem de aniversário. Contribuição cultural inestimável.Tudo, no entanto, que a cidade nos deu foi licença para colocar na sua entrada (terreno do Duque de Caxias) uma placa anunciando isso. Com conservação às nossas custas, está lá, há um quarto de século, curiosamente extraviada nas proximidades de Humaitá ...
Não estaria na hora, senhores conselheiros, de cobrar essa conta? E embutir nesse negócio ARENA parte desse crédito público?
Essa, a exortação: a todos aqueles gremistas que, freqüentando esta casa ou não, e que, por qualquer meio, político ou não, possam intervir nesse processo, com seu poder, talento, recursos e influências - particularmente aos integrantes dos partidos políticos e às autoridades municipais e estaduais - para que, no desenvolvimento desse Projeto ARENA, ajustem esses desvios induzindo a comunidade a que servem resgatar essa dívida.
Antonio Carlos de Azambuja
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Posterior a esta fala do Azambuja, um colega escreveu tudo como fosse da sua autoria. Não era, não é. O que é mesmo é falta de caráter.
Fala Azambuja...
A experiência gremista, em termos de troca de Estádio, não pode ser qualificada exatamente como feliz. Cambiou a Baixada e sua área superficial – parte da mais nobre da cidade, Moinhos de Vento, o Parcão - pelo terreno da Vila Caiu do Céu,( grifo meu com ajuda do Salim Nigri- o Grêmio comprou outro terreno junto ao permutado para completar a área) , hoje bairro classe média Azenha. Este, embora evidentemente muito maior, resultou numa valia econômica ainda hoje no mínimo duvidosa em termos de atrativos de demanda imobiliária. Na época, nem se fala. Fê-lo, entregando-a sem voltas ou compensações. Nem mesmo cotejou a permuta com aquela praticada pelo Jockey Club, lindeiro lá, no acerto de saída do local que este fez com a Prefeitura, alcançando a estância urbana que possui no bairro Cristal (fragmento dela, menor, serve de leito ao maior shopping do sul do país, em construção).
O terreno do Olímpico foi pago, e muito bem pago. Sobre ele ergueu-se o estádio, construído a mil mãos, com sangue, suor e lágrimas de anônimos gremistas.
Como as Pirâmides. Sem expertises, up-grades, catering, Open Mall, Turney key Lump Sum, Performance Bond, Founderships e Naming Rights. Sem Fundo Garantidor. Sobretudo, sem benesses governamentais.
Está velho, gotejante. Obsoleto. Sujo e depreciado. O Grêmio precisa substituí-lo. E não só carece de recursos para isso, como necessita de concessões e investimentos públicos de difícil ou custoso alcance, seja para a sua reforma, seja para a alocação em outro espaço.
Enquanto isso, o co-irmão ganhou de presente a que serve de base (aterro) para o seu estádio, o qual houve com recursos do Município, Estado e União.
Vale dizer, dinheiro público. Meu, seu, nosso. Dinheiro vermelho, azul, verde, alvi-azul, auri-cerúleo, rubro-negro e por aí vai, para só ficar no futebol.
Não pagou sequer com a entrega da esplêndida área de seu antigo estádio, a dos Eucaliptos e suas acessões, situada em quarteirão inteiro da Rua Silveiro, bairro nobre Menino Deus, que explora até hoje e nela não investiu ou empreendeu sabe Deus por quê.
Deu-se ao luxo, tão grande a área recebida graciosamente, de, além dos incontáveis campos de treinamento, destinar espaços a sub-sociedades independentes, com sede própria à margem do rio (Parque Gigante) e múltiplos equipamentos de lazer, suficiente ao abrigo de todo o seu contexto de interesses sociais alternativos ao futebol, bem como o deleite de construir um centro de eventos de expressivos contornos físicos e magníficas instalações. Sem falar no Ginásio...
Agora, apresta-se a suplicar ao mesmo Poder Público mais concessões, sob a forma de deferimentos a alterações legais sobre o aproveitamento do solo que houveram com a magnanimidade e complacência do Estado. E nossa.
Mérito, contudo, mais uma vez, deles, que a tanto ousam.
Que fiquem com o Guaíba, mas nos deixem um pedaço.
O Grêmio pagou muito caro pela área do Olímpico, hoje se percebe. Entretanto, se se pode debitar tais desavisos ou distrações - quem sabe razões da época, meados do século passado - ao escasso descortínio empresarial de seus dirigentes de então, também é incontestável que, pelo patrocínio dos recursos necessários à aquisição desses bens – as áreas superficiais de ambas as agremiações – o Poder Público houve-se com parcialidade. Histórica, não dolosa, vá lá, mas nem por isso com menos parcialidade.
O Grêmio, por isso, é credor da comunidade porto-alegrense, gaúcha e brasileira. O tratamento teria que ser igualitário para todos. Ainda que confinado à nossa querência e admitida a nossa sucumbência comercial à presteza, ou esperteza, dos líderes do lado de lá.
Essa conta nunca foi apresentada ao nosso povo. Não cabe aqui culpar nossos velhos (e nem tão velhos assim) dirigentes pela ausência dessa cobrança nesse meio século de desequilíbrio. Contudo, inequívoco que tivemos, enquanto tricolores, governadores, prefeitos, deputados, vereadores às pencas (até presidentes, democráticos ou não, alguns até conselheiros de alto coturno, mas de pouco empenho), o suficiente para empolgar esse resgate nesse tempo todo. Nada foi feito, ou se foi, migalhas (Cristal) nos foram distribuídas.
E dizer que todas as conquistas patrimoniais deles, geraram-se da ação de um só e simples vereador, Ephraim Pinheiro Cabral.
Releve-se que, nessas plagas, o primeiro campeão do mundo fomos nós e essa conquista levou aos mais recônditos rincões da terra o nome Porto Alegrense, a despertar, no mínimo, curiosidade por esses confins do continente americano, ontem de aniversário. Contribuição cultural inestimável.Tudo, no entanto, que a cidade nos deu foi licença para colocar na sua entrada (terreno do Duque de Caxias) uma placa anunciando isso. Com conservação às nossas custas, está lá, há um quarto de século, curiosamente extraviada nas proximidades de Humaitá ...
Não estaria na hora, senhores conselheiros, de cobrar essa conta? E embutir nesse negócio ARENA parte desse crédito público?
Essa, a exortação: a todos aqueles gremistas que, freqüentando esta casa ou não, e que, por qualquer meio, político ou não, possam intervir nesse processo, com seu poder, talento, recursos e influências - particularmente aos integrantes dos partidos políticos e às autoridades municipais e estaduais - para que, no desenvolvimento desse Projeto ARENA, ajustem esses desvios induzindo a comunidade a que servem resgatar essa dívida.
Antonio Carlos de Azambuja
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:: Própolis : a picada da abelha contra a Dengue ::

Própolis contra Dengue
Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias paraque o mosquito nem se aproxime!
Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos...
Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue.
Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.
Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.
Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também
possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.
Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:
Adultos:
de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.
Crianças:
crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).
Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)
Adultos:
tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro).
1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2 hs.
Crianças:
- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
Rrepetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
A mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.
Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.
( enviada por: Odila Signorini para o blogue)
Crianças:
- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
Rrepetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa.
A mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.
Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.
( enviada por: Odila Signorini para o blogue)
sexta-feira, 4 de abril de 2008
:: O espetáculo da dor::

Já vi este filme do caso da menina Daniela estampado naquela Escola Base que destruiu a vida dos proprietários da escola, denunciados como pedófilos.
Pergunto-me porque as emissoras não aproveitam este caso para sair em busca de historias e fatos de maus tratos a crianças, de pais separados que usam os filhos para punir um ao outro?
Espetáculo desnecessário este da mídia,especialmente da televisão.
O SHOW DA CPI
Primeiro foi o Bira Vermelho - aquele mesmo que tem uma cobertura com um campo de futsete no terraço com grama natural e que pediu á esposa um emprestimo de 500 mil retirados da micro empresa dela- foi lá na CPI e deitou falação, driblou prá cá e prá lá.Chegou a vez do ex-vice presidente do Gremio, Flavio VAz Neto- que aposentou-se a toque de caixa - também driblou fácil foi no fundo e cruzou, gol dele. Agora o tal professor que entregou suas declarações na PF e se safou da inquirição.
A reunião começou ás 18 hs, foi até as 3 da manhã.É demais, para não tirar nada do cara.
PF E RECEITA NA COLA DELES
Todos estes caras que se envolvem em falcatruas merecem mesmo a PF e acrescentaria a Receita Federal. Neguinho que ganha médio e faz um patrimônio barbaro é sócio do João Alves ( lembram do anão do orçamento ?) ou ganha salario com dinheiro macho e fêmea. Nem precisa CPI, nada, só comparar o que ganha com o que tem.Mas investigar também familiares e amigos mais chegados porque podem ser laranjas.
CANSEI, MAS AGUENTO
Quem protege o Juventude do condicionamento da arbitragem ? Te ferra verdinho, porque o Pelaipe deu uma de malandro de praia e saiu chiando contra o Marcio Coruja ( árbitro neste domingo).
Pergunto-me porque as emissoras não aproveitam este caso para sair em busca de historias e fatos de maus tratos a crianças, de pais separados que usam os filhos para punir um ao outro?
Espetáculo desnecessário este da mídia,especialmente da televisão.
O SHOW DA CPI
Primeiro foi o Bira Vermelho - aquele mesmo que tem uma cobertura com um campo de futsete no terraço com grama natural e que pediu á esposa um emprestimo de 500 mil retirados da micro empresa dela- foi lá na CPI e deitou falação, driblou prá cá e prá lá.Chegou a vez do ex-vice presidente do Gremio, Flavio VAz Neto- que aposentou-se a toque de caixa - também driblou fácil foi no fundo e cruzou, gol dele. Agora o tal professor que entregou suas declarações na PF e se safou da inquirição.
A reunião começou ás 18 hs, foi até as 3 da manhã.É demais, para não tirar nada do cara.
PF E RECEITA NA COLA DELES
Todos estes caras que se envolvem em falcatruas merecem mesmo a PF e acrescentaria a Receita Federal. Neguinho que ganha médio e faz um patrimônio barbaro é sócio do João Alves ( lembram do anão do orçamento ?) ou ganha salario com dinheiro macho e fêmea. Nem precisa CPI, nada, só comparar o que ganha com o que tem.Mas investigar também familiares e amigos mais chegados porque podem ser laranjas.
CANSEI, MAS AGUENTO
Quem protege o Juventude do condicionamento da arbitragem ? Te ferra verdinho, porque o Pelaipe deu uma de malandro de praia e saiu chiando contra o Marcio Coruja ( árbitro neste domingo).
Se funcionar o Marcio ferrar o JU, deu certo. Se não ferrar, toma críticas de novo no fim do jogo. Mas, tem alguém que acha que o JU reverte ?
TÔ cansado deste tipo de coisas, mas faz parte do meu ganha pão atura-los.
TÔ cansado deste tipo de coisas, mas faz parte do meu ganha pão atura-los.
E tome Amargol !
O PIOR VEM DEPOIS
Sempre que um cronista esportivo larga da função e vai para outra, acaba com o tempo dizendo e demonstrando o time que torcia antes. Mas, o pior é que se torna Tricolor, ou Colorado Vigilante, contra os colegas. E tem os que exageram, viram onça e pregam no deserto da audiência, jogando por terra um passado glorioso.
O PIOR VEM DEPOIS
Sempre que um cronista esportivo larga da função e vai para outra, acaba com o tempo dizendo e demonstrando o time que torcia antes. Mas, o pior é que se torna Tricolor, ou Colorado Vigilante, contra os colegas. E tem os que exageram, viram onça e pregam no deserto da audiência, jogando por terra um passado glorioso.
INVASÃO DAS SAIAS ( que não usam mais)
Quando vi o auditório da entrevista coletiva da ministra Dilma sobre o embróglio do dôssiê lotado de mulheres reporteres fiquei boquiaberto.
Já pensaram numa redação com tanta TPM e um homem chefiando-as ?
O Carlos Heitor Cony já falou disso.
Outra. No meio de tantas gurias, nenhum meio-veterano repórter político ,para dar uma engrossada no assunto.
É o reino das pós-estagiárias. Acho que está na hora de largar.
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