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domingo, 9 de março de 2008


FUTEBOLÊS NO AR

Criei-me ouvindo comentaristas de futebol do Centro do País (RJ e SP), nas ondas curtas do meu rádio no Arroio Grande aprendi a simplicidade no falar de futebol.

Hoje, os descendentes de Armando Nogueira criaram o futebolês que nem o mestre usa.Mas é no mínimo engraçado ve-los falar para os torcedores com aquela linguagem que mistura economês e futebolês, parecem estar escrevendo um oficio para alguma autoridade.

Prestem a atenção no quanto enrolam e nada dizem.

Sem falta de ética é claro porque sou ouvinte e telespectador também.

Como é raro ouvir alguém analisar o jogo taticamente.

É um tal de flanco, taxa de produtividade, taxa de trabalho, jogar por dentro da defesa, administrando o jogo, filosofia da jogada, flutuando. Sei lá é um complexo vocabulario que em nada explica ou esclarece ao ouvinte/telespectador.

Os colegas parecem ter vergonha de falar simples sobre futebol.Preferem sofisticar e não encaixa. Também tem muito dono daverdade do tipo " eu disse isso!"
E os pessimistas que sempre afirmam que " não vai dar certo".

Pessoal, vamos simplificar e descer do trono, porque ninguém sbe mais que outrem. Futebol é simples, pão, pão, queijo, queijo.

quarta-feira, 5 de março de 2008

:: Nunca neste Pêizzz (Lula)::


Nada existe de mais degradante que ser tratado como cidadão de última classe.
Um País como o nosso, do tamanho e da importância do nosso, não pode, por motivos que não importam, permitir que seus cidadãos de Bem, aqueles que realmente estão viajando legalmente serem tratados assim como descreve esta moça.
Assisti a entrevista dela ao Lobão e de outras pessoas, sobre este tema na MTV.
Quem viaja sabe que é assim que os latino americanos estão sendo tratados na Europa.
Não queremos saber se moças se prostituindo estão indo para lá, se vão travestis, ladrões ou o que seja.
Viajam pessoas de Bem, profissionais á serviço ou a passeio.
Não pode haver confusão nem tratar nossas jovens como prostitutas.
Está na hora do Brasil mudar sua postura quanto aos estrangeiros que vem para cá.
Olho por olho, dente por dente.
Aqui também chegam marginais, gente de baixa qualidade da Europa e dos Estados Unidos.

Por que te callas Lula? Por que não dizes que ...nunca neste peizz, tratou-se tão mal os brasileiros que viajam ao Exterior ?
Por que no hablas Rei Juan Carlos?

Denúncia
Preconceito contra brasileiros na entrada da Espanha:
maus tratos, sexismo e arrogância

Meu nome é Patrícia Camargo Magalhães, tenho 23 anos e sou mestranda em física na USP.
Dia 9 de fevereiro embarquei no vôo IB6820, saindo de Cumbica (Guarulhos) com destino a Madrid, local em que faria escala e seguiria ao destino final: Lisboa.
Em Lisboa iria apresentar meu trabalho de pesquisa na conferência Scadron70, que começou dia 11/02 e termina 16/02.
No entanto, a falta de documentos em mãos que provassem a minha estadia em Lisboa fez com que ficasse retida na aduana, sobre a desculpa inicial de verificação da quantidade de dinheiro que eu carregava. Ainda sem entender ao certo o que estava acontecendo, me dirigi ao local indicado e esperei ser chamada.
Cheguei ao aeroporto de Madrid: 9h30 da manha de domingo.
Ás 13h30 ainda esperava que alguém viesse falar comigo.
Por diversas vezes ressaltei delicadamente à polícia que perderia a conexão para Lisboa.
A resposta era sempre a mesma:
"Senta-te, espera, si perdes el vuelo después te darán otro".
Finalmente (após quatro horas esperando sem saber o que poderia acontecer), um policial apareceu com uma pilha de passaportes nas mãos e foi chamando os brasileiros que iam então sendo liberados.
E então percebi que todos os homens tinham sido liberados e só restaram as mulheres, em sua maioria negras e mulatas.
Quando, depois de 5 horas de espera, chegou um outro avião da Venezuela, muitas outras mulheres se juntaram a nós e fomos todas levadas para o outro aeroporto onde ficaríamos presas por 3 dias até sermos enviadas de volta, na manhã desta terça-feira (12) às 11h35, no vôo IB6821.
Presa em situação parecida comigo, Camille Gavazza Alves, baiana de 34 anos, estava indo estudar inglês em Dublin, Irlanda. Tem um trabalho fixo na Companhia Petrobrás e havia conseguido uma licença de seis meses para freqüentar o curso. Possuía toda a documentação necessária para provar o motivo da viagem e foi deportada pelo governo espanhol sob a acusação de não conseguir provar os motivos - a mesma razão que alegaram para o meu caso.

Como nós, haviam outras mulheres em situação parecida.
Nádia, funcionária pública em Maringá (PR), pretendia visitar sua filha durante seu mês de férias. A filha de Nádia vive legalmente na Espanha há um ano e meio e seria a primeira visita da mãe à Madrid.
Ficamos presos no último andar do aeroporto, sem comunicação alguma com o mundo exterior a não ser por um telefone público para o qual era preciso comprar cartão. Éramos homens e mulheres de diversas nacionalidades, todos latinos e alguns africanos, ao todo mais de cem pessoas.

O consulado brasileiro na Espanha foi acionado por nós e pelo Brasil, diversas vezes e por muitas pessoas diferentes, e nada fez frente ao nosso chamado de socorro.
Nem ao menos respondeu nossas ligações.

Do telefone público da sala, mobilizei amigos que já estavam no congresso em Lisboa e família no Brasil, para que me mandassem provas de que eu estava devidamente inscrita no congresso e possuía reserva no hotel para o período do congresso.

As 14h30 da segunda-feira (11), por fim fui chamada para uma entrevista com a polícia, um advogado e um intérprete. A entrevista durou até em torno de 16h e foi a primeira vez, desde domingo de manhã, que fui ouvida pelas autoridades espanholas.

Ao final, li meu depoimento cuidadosamente e por duas vezes pedi que ele fosse corrigido. Nele constava minha profissão, o valor da bolsa de mestrado, o motivo da viagem, a quantidade de dinheiro que eu levava, provas materiais como a cópia do meu pôster de apresentação, a capa de um artigo científico que levava meu nome, além de telefones de muitas pessoas e lugares em Lisboa que poderiam comprovar tudo.

Porém, de nada adiantou tudo isso. Nenhum telefonema foi dado, a minha carta estava pronta antes mesmo de terminar a entrevista (o horário do documento é 14h).
Quando questionei a polícia a esse respeito, os agentes disseram que nada poderiam fazer e que quem decidia sobre quem seria enviado de volta ou aceito era o chefe da polícia.
Perguntei: "Mas onde está o chefe da polícia?" e pedi que especificassem quais documentos faltavam. Fui ignorada. Não assinei a carta de expulsão.


Não levaram em consideração minhas explicações em momento algum.

Me deixaram presa em um cárcere sem grades mas com regras.
Fui privada da minha liberdade e de meus objetos de higiene pessoal - não pude ficar nem com minha escova de dente, pílula, ou qualquer outro artigo de higiene.
Tampouco aceitaram os documentos e comprovações enviados por fax ou ligaram para os telefones fornecidos por mim para confirmar as informações.
Fizeram a carta de expulsão antes mesmo de me ouvir quando pude falar.

Sobre as instalações do cárcere só tenho a dizer que se tratava de um ambiente degradante. No primeiro dia, não havia lugar para todos sentarem e tive que ficar uma boa parte do dia sentada no chão, inclusive na hora do almoço. Na janta, fazia frio não queria comer no chão, então fui comer sentada na bancada do banheiro.Isso tudo é uma clara demonstração de preconceito social e sexual, e ainda uma violação clara dos Direitos Humanos e do Tratado de Fronteiras Shengen, do qual eles mesmos se utilizaram para me colocar fora de seu país.
O próprio advogado presente na minha entrevista ficou irritado com a má-vontade em ouvir as pessoas entrevistadas.

Algo deve ser feito.
O governo brasileiro não pode permitir que seus compatriotas sejam tratados de forma degradante.
De minha parte, estou me informando para entrar com um processo contra o governo espanhol, via Itamaraty ou diretamente na corte espanhola (com o advogado que me acompanhou na entrevista) para reembolso da passagem e danos morais.
No Brasil, vou processar o serviço consular brasileiro na Espanha - que não fez o seu trabalho.
Estou à disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Patrícia Camargo Magalhães
patota@gmail.com
+55 11 3714-4508

Este material me foi enviado pela colega Joana Paloschi, jornalista do Jornal do Estado do Rio Grande do Sul, em fase de lançamento pelo querido amigo Julio Sortica.
jpaloschi@hotmail.com
joanahp@gmail.com

terça-feira, 4 de março de 2008

:: Comando Vermelho clonando ::

Estes recados são antigos, acontece com muita gente e aconteceu comigo, por isso repasso a todos com o mesmo texto que já havia recebido.
divulguem ao máximo para evitar dores de cabeças as pessoas do Bem.
Clonagem de celulares
URGENTE PARA TODOS Amigos.
Ontem ao entardecer, recebi uma ligação a cobrar.
A pessoa identificou-se como sendo da Telefônica dizendo que meu telefone estava com linha cruzada e ela iria consertar.
Estranhei a ligação e disse-lhe que a Telefônica não liga a cobrar; ela insistiu para que eu discasse:
21*0211581172839#
Não disquei e falei pelo 190 com a Polícia.
O policial disse-me que esta é uma ligação do Comando Vermelho , das penitenciárias do Rio de Janeiro e que este número, se acionado, é mais que um clone, é uma extensão de seu telefone.
A partir daí, eles ouvem tudo o que você fala e se for interessante para eles, começam a ameaçar. Isto é sério extremamente perigoso.
Avisem todos os seus familiares, amigos, principalmente os mais idosos, empregadas , adolescentes, enfim, aqueles que, sem maiores preocupações, possam cair nessa conversa.
O próprio policial pediu-me para divulgar.
Inclusive, se conhecesse alguém da imprensa, pedir para que eles também divulgassem, pois, infelizmente, o golpe já está fazendo vítimas em várias localidades.
Não deixe de repassar esta mensagem.
U R G E N T E!!!
MAIS UM AVISO:
NÃO ATENDER LIGAÇÃO NO CELULAR DESTE NÚMERO:
(11) 9965.0000.
TODOS OS NÚMEROS QUE ESTÃO ATENDENDO, ESTÃO SENDO CLONADOS.
REPASSEM ESTA MENSAGEM

:: Fome de Ler ::


Aproveito para em férias ler , coisas novas e outra nem tão novas .

Olho a prateleira dos livros e vou lendo títulos até que um deles me chame a atenção.

Ai paro e leio. Não procuro nada especifico , assim faz o gordo que abre a geladeira a pensando em algo para comer. Os olhos transmitem ao cérebro e este vai decidir o que quer ,ou não quer.
Leio, Tendências da Comunicação ( 1999) com artigos de professores das nossas universidades, dos cursos de Comunicação Social.

Vou provando um a um, este parece bom ou aquele outro interessante e faço meu samba do Crioulo Doido.

Paro neste da professora Cosette Castro , da UNISINOS onde trata de Ética na Comunicação e na Vida Comunitária.

Todos projetam o novo século analisando o final daquele que já findou há 7 anos.

Deve estar no site de Deus ( Google ), o artigo.

Achei muito interessante quando ela cita Jurandir Freire, comentando a Ideologia do Sucesso, sob o foco da Modernização. Vejam:
Modernismo é.
Ser neoliberal em economia;
Ser a favor da privatização de tudo o que possa vir a dar lucro;
Cultuar a tecnologia da informática e das multimídias;
Ser “liberado” em matéria de sexualidade;
Adotar “ consumismo “ostentatório como estilo de vida;
Construir identidades pessoais pela filiação a grupos particularizados por marcas corporais,traços étnicos,convições religiosas,etc.;
Fazer do sucesso na mídia é sintoma de auto realização e da linguagem da publicidade no meio intelectual privilegiado das discussões culturais

É da autora afirmar que neste modelo de mundo o sujeito vale pelo que possui e, quanto mais possui,mais bem sucedido é.
E concluo, ao continuar lendo os cadernos , que de 199 aos nossos dias nada mudou.isto é , mudou para pior.
Concordam?

:: Chavistas e idealistas ::

Era só o que faltava ! Voltarem as guerras na America Latina. Nesta América miserável invadida por estes movimentos libertários e revolucionários sem base ideológica, entregues aos cofres do narcotráfico. Enquanto seu povo passa fome os miseráveis circulam pelas ruas de Caracas, Chaves comprava aviões e armamentos que a Russia não quer mais. Preprava-se para algum conflito. sonhava em faze-lo contra os Estados Unidos da America, esperava que os americano ficassem irritados com ele. Não aconteceu. Agora quer ver Colombia e Equador brigando e vai ajudar o Equador.
Era só o que faltava!

ROUBO DE GADO
Quando leio ou fico sabendo de noticias sobre roubo de gado, sinto-me no Cine Marabá, no Arroio Grande assistindo filmes de faroeste.
Como é possível que em pleno Século 21 ainda tenhamos que combater isto, que não existam meios de controlar ? e o pior, roubam vacas de leite de pobres agricultores, roubam touros premiados de grandes produtores, roubam uma, duas, tres vaquinhas e ponta 20 e 30 cabeças.
Aqui na Zona Sul, em Itapuan todos sabem que tem proprietario rural que roubam dos vizinhos e que passa o gado roubado por dentro de varias propriedades. Ninguém faz nada. Todos tem medo da quadrilha.

TRANCOU TUDO
Esta BR 116 entre Novo Hamburgo e Porto Alegre é o absurdo dos absurdos.
Anunciam o tal de PAC ( enterro de anão) e aqui, na nossa cara assistimos o apagão rodoviário sem nada poder fazer. a solução que seria o Polão, foi esquecida na gaveta, detonada por pressões políticas, por esta gente do Atraso. Falta de respeito com os que pagam impostos e produzem, que ficam trancados nos engarrafamentos, atrasam suas vidas e compromissos, mas não tem problema porque ," nunca neste pêiiiz" ...

OS NOSSOS JULIOS
Não será por falta de bom produtos da mídia tradicional que deixaremos de ficar bem informados.
O Julio Ribeiro( Editora Press) lançou e já está na sexta edição o Jornal da Capital, mensário atraente e provocante.
Agora, Julio Sortica, outro batalhador e idealista lança o Jornal do Estado do Rio Grande do Sul, que vai acabar sendo chamado de O Estado do Rio Grande. Titulo original nos tempos mais modernos pela familia Gusmão ( Grupo Sinos ).
Desejo sucesso aos amigos porque povo que lê é povo livre.